
Agressores de mulheres poderão ter monitoramento eletrônico por meio de tornozeleiras, bracelete ou chip
Projeto de lei 1.054/15 será votado pela Alerj nesta terça em primeira discussão. O texto ainda determina que o juiz que determinar o monitoramento poderá levar em consideração o grau de periculosidade do ofensor; os antecedentes criminais e a reincidência em violência doméstica






























































































