Regiões Norte, Noroeste e Serrana do Rio apresentam baixo risco para Covid-19 Noroeste Fluminense e Região Serrana avançaram para a bandeira amarela. Segundo a secretária extraordinária de Covid, Flávia Barbosa, o movimento de interiorização da epidemia apresenta índices decrescentes

Noroeste Fluminense e Região Serrana avançaram para a bandeira amarela. Segundo a secretária extraordinária de Covid, Flávia Barbosa, o movimento de interiorização da epidemia apresenta índices decrescentes

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A Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 divulgou a quarta atualização da nota técnica e painel de indicadores sobre a pandemia de coronavírus no Rio de Janeiro. O estudo revela que, entre as nove regiões nas quais o estado é dividido, sete estão classificadas como bandeira amarela, indicativo de risco baixo para a doença. Entre elas estão o Norte e Noroeste Fluminense, Região Serrana, Metropolitanas I e II, Baía de Ilha Grande e Baixada Litorânea, que, juntas, abrangem 92,4% da população fluminense. Do último Mapa de Risco, publicado em 4 de agosto, para o atual, as regiões Noroeste, Serrana, Baía de Ilha Grande e Baixada Litorânea avançaram da bandeira laranja (indicativo de risco moderado) para a amarela. O nível de risco para o estado, como um todo, é baixo, indicado pela bandeira amarela. Para a classificação, são considerados os indicadores de taxa de positividade de pacientes testados para coronavírus; e de variação de casos e óbitos por SRAG; de taxa de ocupação de leitos destinados a SRAG; e de previsão de esgotamento de leitos de UTI para SRAG. As recomendações de isolamento social variam de acordo com cada nível de risco. (continua após a publicidade)

De acordo com a Secretaria, a nova versão do Pacto Covid analisa a Semana Epidemiológica 31 (de 26 de julho a 1 de agosto) em relação à Semana Epidemiológica 29 (de 12 a 18 de julho). A tendência de evolução para cor amarela em todo o estado pode ser observada, na prática, pela redução dos indicadores analisados diariamente pela Secretaria de Estado de Saúde, como taxa de ocupação de leitos, e casos e óbitos por coronavírus, segundo a secretária extraordinária de Covid, Flávia Barbosa. “Acompanhamos as regiões Metropolitana I e II, onde vivem 73% da população fluminense, se mantendo em risco baixo para Covid por seis semanas seguidas. O movimento de interiorização da epidemia observado nos demais municípios também já apresenta índices decrescentes. A bandeira amarela avançando para mais regiões do estado permite a flexibilização gradativa de medidas de isolamento decretadas anteriormente”, afirma.

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