Catadores do lixão trabalham sem equipamentos em SF

O lixão de São Fidélis, no Norte Fluminense, deve ser fechado no mês de novembro, quando o aterro sanitário do município começar a funcionar. Enquanto isso, 14 catadores do lixão trabalham em condições precárias, sem qualquer tipo de equipamento de proteção. Além disso, não há funcionários da prefeitura fiscalizando a entrada e saída no local de pessoas não cadastradas.

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Em média, 18 toneladas de resíduos são despejados no lixão, por dia. A previsão era de que, em junho deste ano, o aterro sanitário do município começasse a funcionar, desativando de vez o lixão.

Desde 2001, todas as irregularidades encontradas no lixão de São Fidélis estão sendo investigadas pelo Ministério Público Estadual. Há seis anos, houve até a assinatura de um termo de ajustamento de conduta, entre justiça, estado e município. No acordo, a administração do município deveria regularizar desde a entrada do lixão até a situação dos catadores. Porém, desde então, poucas providências foram tomadas.

A meta do governo estadual é fechar todos os lixões municipais até o ano que vem. O secretário municipal de desenvolvimento ambiental, Leandro Peixoto, por meio da assessoria de imprensa, informou que os equipamentos de proteção individuais são fornecidos, mas os catadores preferem não utilizar. wqsgdgjghkçlSobre a falta de um funcionário para monitorar o movimento no lixão, o secretário informou que o município está tentando a contratação de vigias para evitar a utilização do espaço por pessoas não cadastradas.

O Instituto Estadual do Ambiente e a Secretaria Estadual do Ambiente estão cientes da situação do lixão e confirma que o aterro está em fase de finalização, mas diz que a inauguração pode ser até o mês de novembro.

Fotos/Arquivo SFn

Fonte/G1

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