segunda-feira , 21 setembro 2020

Unidades da PM são reformadas, reinauguradas e ganham nomes de policiais que morreram em trágico acidente em São Fidélis Rodrigo Bragança Goudard, Rafael Franco Cortes, Luiz Henrique Maia Lugão Rodrigues e Júlio César Rosa dos Santos morreram em uma colisão entre uma viatura da PM e um ônibus da Prefeitura de São Fidélis na RJ-158

Rodrigo Bragança Goudard, Rafael Franco Cortes, Luiz Henrique Maia Lugão Rodrigues e Júlio César Rosa dos Santos morreram em uma colisão entre uma viatura da PM e um ônibus da Prefeitura de São Fidélis na RJ-158

Imagens: SF Notícias

As unidades que fazem parte da 4ª Companhia de Polícia Militar de São Fidélis passaram por reformas, adaptações e foram reinauguradas ao longo desta segunda-feira (17/08). Nelas vão estar gravados para sempre os nomes de quatro policiais militares que morreram em um trágico acidente ocorrido em agosto de 2016 e que jamais serão esquecidos por familiares, amigos, colegas de farda e pela sociedade fidelense, a quem os militares davam a vida para servir e proteger. O Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) do distrito de Pureza recebeu o nome do sargento Rodrigo Bragança Goudard. A família dele mora no distrito. O DPO da Ipuca recebeu o nome do soldado Júlio César Rosa dos Santos e o Posto de Policiamento Comunitário da Chatuba (PPC) recebeu o nome do sargento Rafael Franco Cortes. Já a sede da 4ª Companhia, na Vila dos Coroados, recebeu o nome do sargento Luiz Henrique Maia Lugão Rodrigues. (continua após a publicidade)

O acidente:
Os sargentos Rodrigo Bragança Goudard, de 35 anos, Rafael Franco Cortes, de 36 anos, Luiz Henrique Maia Lugão Rodrigues, de 34 anos, e o soldado Júlio César Rosa dos Santos, de 29 anos, retornavam de Campos em uma viatura do Grupamento de Ações Táticas (GAT) quando colidiram contra um ônibus da Secretaria Municipal de Saúde de São Fidélis, que naquele dia, estava transportando estudantes universitários para Campos. A colisão aconteceu na RJ-158, na chegada da cidade, próximo ao matadouro. O impacto foi tão forte que a viatura ficou completamente destruída e os quatro policiais morreram na hora. No ônibus, 18 pessoas ficaram feridas, sendo 17 estudantes e o motorista. A morte dos policiais mexeu com toda a população, que acompanhou os velórios, a passagem dos cortejos e os sepultamentos. A prefeitura chegou a decretar luto oficial de três dias na época.

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