terça-feira , 22 setembro 2020

Preço do arroz sobe e gera reclamações entre moradores da região Além do arroz, o aumento no preço de outros itens básicos também tem gerado reclamações, como do óleo de soja e leite longa vida

Além do arroz, o aumento no preço de outros itens básicos também tem gerado reclamações, como do óleo de soja e leite longa vida

Foto: leitores/ reprodução/ redes sociais

Nos últimos dias, um alimento que não pode faltar no prato dos brasileiros se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Além do arroz, o aumento no preço de outros itens básicos tem gerado reclamações, como do óleo de soja e leite. “Os preços estão um absurdo”; “Vamos pedir a Deus para que não falte o pão de cada dia na nossa mesa, porque cada dia que passa não tem solução a pandemia” – relataram alguns internautas, alegando que ficaram assustados com o aumento no preço dos alimentos. Segundo moradores da região, algumas marcas de arroz, que antes custavam menos de R$ 15,00, hoje estão custando acima de R$ 20,00. No caso do óleo de soja, o preço está acima de R$ 6,00, e o leite longa vida está custando mais de R$ 4,00. (continua após a publicidade)

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o preço da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul, principal produtor do país, fechou a R$ 99,57 nessa terça-feira (1º), um novo recorde real na série histórica do Cepea e expressivo aumento de 12,5% frente ao da terça anterior. Segundo colaboradores do Cepea, as altas no arroz estão atreladas à forte retração vendedora, visto que a oferta do cereal está baixa e inferior à demanda. O aumento no preço dos alimentos está ligado à pandemia do novo coronavírus, com a alta do dólar, a paralisação de indústrias no primeiro trimestre, o aumento na exportação dos produtos, entre outros fatores.

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