Pela primeira vez, Norte Fluminense está em “bandeira verde” no Mapa de Risco da Covid-19

A análise compara os dados da semana epidemiológica 49 e 47, e verificou uma queda de 55% no número de internação por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e de 42% no número de óbitos em todo o estado

A 61ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta quinta-feira (23/12) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), aponta que o estado como um todo está em bandeira verde, de risco muito baixo de transmissão para a doença pela quarta semana consecutiva. A análise compara os dados da semana epidemiológica 49 (05/12 a 11/12) e 47 (21/11 a 27/11) e verificou uma queda de 55% no número de internação por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e de 42% no número de óbitos. Pela primeira vez, o Norte Fluminense apareceu em bandeira verde, risco muito baixo, enquanto o Noroeste Fluminense, está em bandeira amarela, risco baixo. Já a Região Serrana voltou à bandeira laranja, de risco moderado, devido ao aumento de óbitos.

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A taxa de positividade para a doença está em 1% em todo o estado. Esse índice considera os testes de RT-PCR positivos entre todos os exames realizados no período de 19/11 a 20/12. A taxa de ocupação de leitos para Covid-19 no estado é de 9% para UTI e 8% para enfermaria. Todas as regiões apresentaram uma taxa de ocupação de UTI e enfermaria inferior a 40%. As regiões Médio Paraíba, Metropolitana I, Metropolitana II e Norte estão classificadas como risco muito baixo (verde); as regiões Baía de Ilha Grande, Baixada Litorânea, Centro-Sul e Noroeste estão classificadas como risco baixo (amarelo); a Região Serrana está classificada como risco moderado (laranja) em função do aumento de óbitos (passou de 2 para 7 óbitos no período analisado).

“Temos um cenário de queda sustentada dos indicadores assistenciais e epidemiológicos. A chegada da Ômicron está sendo monitorada. Esta semana, registramos um caso dessa variante em uma pessoa que chegou dos Estados Unidos. Trata-se de um caso importado. Até o momento, não identificamos circulação dessa variante no estado do Rio de Janeiro. Apesar disso, recomendamos que as pessoas continuem usando máscara em ambientes fechados e também em locais abertos com aglomeração” – diz o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

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