Norte Fluminense apresenta baixo risco para Covid-19 e Noroeste passa para risco moderado Região Serrana se manteve na bandeira laranja, indicativa de risco moderado. O nível de risco para o estado, como um todo, também é baixo, indicado pela bandeira amarela

Região Serrana se manteve na bandeira laranja, indicativa de risco moderado. O nível de risco para o estado, como um todo, também é baixo, indicado pela bandeira amarela

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A Secretaria Extraordinária da Covid-19 atualizou nesta semana a nota técnica e painel de indicadores sobre a pandemia de coronavírus no estado do Rio. O estudo revela que, além das regiões metropolitanas I e II, que já estavam na bandeira amarela (com risco baixo), o Norte Fluminense, além do Médio Paraíba e Centro-Sul, avançaram da bandeira laranja, indicativo de risco moderado, para a amarela. Já as regiões Noroeste e Baixada Litorânea, que estavam na bandeira amarela no último Painel Covid de julho, passaram agora para a bandeira laranja, indicando risco moderado. As regiões da Baía de Ilha Grande e Serrana se mantiveram na bandeira laranja. Segundo a Secretaria, o nível de risco para o estado, como um todo, também é baixo, indicado pela bandeira amarela. Para a classificação do Pacto Covid, são considerados os indicadores de taxa de positividade de pacientes testados para coronavírus; e de variação de casos e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG); de taxa de ocupação de leitos destinados a SRAG; e de previsão de esgotamento de leitos de UTI para SRAG. (continua após a publicidade)

A nova versão do Pacto Covid analisa a Semana Epidemiológica 29 (de 12 a 18 de julho) em relação à Semana Epidemiológica 27 (28 de junho a 4 de julho). A secretária extraordinária de Covid, Flávia Barbosa, explica que oscilações são esperadas e informa que a pasta está em diálogo constante com os municípios que registram as maiores variações. “Quando uma região reduz seu risco para coronavírus numa quinzena, não quer dizer que não possa ser revisto. A pandemia é uma análise viva e não é possível lidar com todos os 92 municípios de forma única. Considerando a heterogeneidade da curva epidêmica, faz-se necessária uma análise regional para subsidiar a tomada de decisão na esfera local”, afirma.

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