Memorial retrata a história de São Fidélis, Igreja Matriz e do santo padroeiro

Posteriormente, o memorial percorrerá as escolas do município. Já no Museu e Biblioteca Corina Peixoto o público pode conferir a exposição “Uma cidade entre Poemas e Imagens”

Além da programação religiosa e musical, a Festa de São Fidélis, uma das mais antigas do estado do Rio, também tem sua programação cultural. Na Igreja Matriz, fotos, uma linha do tempo, entre outros itens, retratam a história do município, que está diretamente ligada à da fundação da Igreja Matriz, e também do mártir Fidélis de Sigmaringa. A exposição posteriormente percorrerá as escolas do município. Já no Museu e Biblioteca Corina Peixoto o público pode prestigiar a exposição “Uma cidade entre Poemas e Imagens”, também sobre a história de São Fidélis.

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A aldeia de São Fidélis foi fundada às margens do Rio Paraíba em 1781, pelos primeiros capuchinhos italianos a se estabelecerem na região: Frei Vitório de Cambiasca e Frei Ângelo Maria de Lucca. A festa de São Fidélis sempre foi um marco importante no calendário de eventos do interior do estado. Realizada pela primeira vez em 1782, a celebração completará neste abril 240 anos de realização, sendo a mais antiga da região.

A construção da Igreja Matriz, que será elevada à categoria de Santuário no domingo (24) iniciou-se em 1799, sendo aberta ao culto em 1809. Neste sábado, 23, a cidade comemorará os 213 anos de construção da Igreja Matriz de São Fidélis, templo que possui estilo arquitetônico eclético e conta com traços barrocos, neoclássicos e românticos. A Igreja Matriz de São Fidélis foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) em 2002, fazendo parte do chamado “Conjunto Histórico de São Fidélis”, que engloba ainda a Ponte Metálica e o Solar do Barão de Vila Flor, onde funciona a biblioteca e o museu da cidade.

Já o mártir São Fidélis nasceu na cidade de Sigmaringa, na Alemanha, em 1577. Conhecido como advogado dos pobres, o então Frei Fidélis foi um capuchinho que dedicou sua vida a propagação do Evangelho de Jesus. Por conta desta postura, foi perseguido e morto, aos 45 anos, por calvinistas logo depois de celebrar sua última missa, em 24 de abril de 1622. A Igreja Católica em São Fidélis celebra o martírio de seu padroeiro, considerando-o exemplo de vida, devoção e coragem, “rogando a Deus que nos fortaleça na fé para que possamos seguir os passos de uma vida dedicada ao próximo e ao Senhor”. Confira um pouco mais sobre a exposição na entrevista com Lígia Sueth Assumpção e Lulu Assumpção:

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