Em operação para combater pragas e doenças de mudas, 500 mudas cítricas são destruídas em Itaocara e Pádua

Segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, as mudas estavam sem Permissão de Trânsito de Vegetais e com presença de pragas consideradas ameaças prioritárias para o estado, como a mosca-negra-dos-citros

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, através da superintendência de Defesa Agropecuária, deu início a uma série de fiscalizações nos municípios da Região Noroeste Fluminense, na última sexta-feira (30/04). Agentes da Defesa Agropecuária vão controlar a entrada, o trânsito e o comércio de mudas oriundas de outros estados.

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“A atuação da equipe da Defesa Agropecuária é essencial no combate das pragas e doenças de mudas que podem sair do viveiro já contaminadas. Com a implantação dessas normas fitossanitárias, o risco de introdução de doenças no estado é significativamente reduzido”, ressalta o secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz. Durante a primeira operação foram apreendidas 500 mudas cítricas (laranjas e limões) nos municípios de Itaocara e Santo Antônio de Pádua. Os materiais de propagação vegetal estavam sem Permissão de Trânsito de Vegetais e com presença de pragas consideradas ameaças prioritárias para o estado, como a mosca-negra-dos-citros.

Segundo o superintendente de Defesa Agropecuária, Paulo Henrique de Moraes, os transportadores e comerciantes foram informados e notificados quanto às restrições e exigências de documentos sanitários para regularização da atividade. “Muitas vezes a aquisição e o plantio de mudas, que parecem inofensivas, pode servir de focos de agentes causadores de sérios prejuízos aos produtores rurais. As ações têm também um caráter educativo e necessitam do esclarecimento e colaboração de toda a sociedade”, afirma o superintendente.

A medida, prevista em legislação específica, visa a prevenção da introdução de pragas e doenças agrícolas importantes ainda inexistentes no território fluminense. Viveiristas e produtores rurais devem se informar nos Núcleos de Defesa Agropecuária sobre a documentação e procedimentos necessários sempre que houver importação de material de propagação vegetal oriundos de outros estados.

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