Dias especiais: Patrimônio Histórico, Igreja Matriz de São Fidélis completará 213 anos e será elevada a Santuário

Uma semana repleta de atrações e festividades. No dia 24 haverá a tradicional alvorada com a 22 de Outubro, os shows de Aline Brasil e Dunga, e a queima de fogos; veja a programação da Igreja Matriz pela semana do padroeiro

Chegou a semana mais esperada do ano! Chegou a semana da tradicional e uma das mais antigas festas do estado, a semana da Festa de São Fidélis, que após dois anos, devido à pandemia, está de volta. As celebrações pela semana do padroeiro São Fidélis de Sigmaringa começam nesta segunda-feira, dia 18. Segundo a Diocese, às 18h acontecerá o Traslado da Bandeira com saída da residência de Jaciel Ferreira Eccard e Maria Áurea da Silva Eccard. A seguir Recitação do Santo Terço e Missa em Ação de Graças dedicada aos Bispos, padres, seminaristas e religiosos, celebrada pelo Padre Maxwell Santos.

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Nos demais dias, até sábado, haverá Recitação do Santo Terço às 18h30min e Santa Missa na sequência. Na terça, a Santa Missa será celebrada pelo Padre Wallace Azevedo. Na quarta será o Padre Marco Antônio e na quinta, o Padre Luiz Carlos Reis. Já na sexta será o Padre Aldemir Amaral e no sábado, o Padre Vicente Osmar. No domingo, dia do padroeiro, haverá uma programação especial.

Às 5h da manhã haverá a tradicional alvorada com a Sociedade Musical Banda 22 de Outubro. Já às 10h da manhã haverá a Missa de Elevação da Igreja Matriz a Santuário, celebrada pelo Bispo Dom Roberto Francisco Ferreria Paz. Às 12h acontece o almoço e leilão de bezerros na Barraca da Festa.

Já às 18h, acontecerá a procissão e seguindo, missa presidida por Dom Fernando Arêas Rifan, Bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianey. Na sequência acontecem os shows de Aline Brasil e Dunga, e a festa será encerrada com a queima de fogos.

Entre os dias 20 e 24, acontece na Igreja Matriz, a Exposição do Memorial do Santuário de São Fidélis, com a história de São Fidélis e da Igreja Matriz, desde o período de ocupação originária dos povos indígenas até a elevação da Igreja Católica de São Fidélis a Santuário.

Veja AQUI a programação da Barraca da Festa, será aberta no dia 20.

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213 anos de Igreja Matriz
No dia 23, a Igreja Matriz completa 213 anos. Sua construção iniciou-se em 1799, orientada pelos monges construtores, frei Victório de Cambiasca, frei Ângelo de Lucca e frei Thomaz Civitta de Castella e aberta ao culto em 1809. Em torno da Igreja foram erguidas 40 rústicas choupanas. O monumental templo chama a atenção pela grandiosidade da obra, principalmente pela sua cúpula. Em linhas arquitetônicas de reflexo italiano, de gosto toscano em sua construção em cruz.

A Igreja Matriz de São Fidélis é tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural como Patrimônio Histórico e Cultural, e faz parte do chamado Conjunto Histórico de São Fidélis, que engloba ainda a Ponte Metálica e o Solar do Barão de Vila Flor, onde hoje funciona a Biblioteca e Museu municipal.

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Igreja Matriz será elevada à categoria de Santuário Diocesano
No dia 24, além de ser o dia do Padroeiro de São Fidélis, a “Cidade Poema” e a “Igreja Matriz” vão ganhar um grande presente da Igreja Católica. No dia em que se completa os 400 anos de martírio de São Fidélis, a Igreja Matriz será elevada à categoria de Santuário Diocesano. Com a elevação a igreja passa a ser um centro de peregrinações e romarias, tendo como exemplo o santo martirizado pelos calvinistas. O Bispo de Campos Dom Roberto Francisco ressalta a importância de seguir o exemplo de São Fidelis e a elevação a santuário, o local passa a ser local para peregrinações e de fomentar a devoção ao santo, recordando as suas lições de fé.

“As lições de São Fidelis após 400 anos de martírio são exemplos para a nova evangelização de acreditar no poder da palavra de Deus para persuadir, dialogar com a fé com todos os cristãos, porque ainda é sinal de contradição a divisão entre nós. A mansidão e a catequese de São Fidelis continua sendo um meio de aproximação, embora com as limitações daquele tempo no contexto minado pela intolerância daquele momento”, revela Dom Roberto Francisco.

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