segunda-feira , 26 outubro 2020

Banco de dados da Polícia Civil do Rio ganha reconhecimento nacional

POLICIA CIVIL ITALVA 3
Fotos: Vinnicius Cremonez / Arquivo

O Banco de Perfis Genéticos do Estado do Rio de Janeiro, do Instituto de Pesquisa e Perícia em Genética Forense, da Polícia Civil, ganhou reconhecimento nacional. A Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, do Ministério da Justiça, premiou a unidade pelo trabalho desenvolvido em 2014. O relatório cita o Banco de Perfis Genéticos do Rio e apresenta os principais resultados obtidos pela sua rede integrada até o dia 28 de novembro de 2014.

Segundo a Rede Integrada, a Polícia Civil do Rio foi a primeira instituição no Brasil a identificar o corpo de um jovem, desaparecido em 2012, em Antares, na Zona Oeste, em novembro de 2013, com o uso do banco de perfis genéticos. Este dado é apresentado com destaque no relatório aprovado pelo Comitê Gestor da Rede.

Polícia Civil realiza operação Presença em São Fidélis foto Vinniucius Cremonez 1O Banco de Perfis Genéticos do Rio utiliza uma tecnologia semelhante a um software, que responde pelo nome em inglês de Combined DNA Index System (Codis). O programa foi importado do FBI em 2010, por intermédio de um convênio firmado com a Polícia Civil, e entrou em funcionamento em 2013. O banco criminal reúne perfis de vestígios como sangue, sêmen e unhas deixados em locais de crimes.

O Banco de Perfis Genéticos do Estado do Rio de Janeiro já vem mostrando resultados, no auxílio às investigações criminais, especialmente na identificação de pessoas desaparecidas.

“Isso é importante para a sociedade, principalmente para famílias que têm parentes desaparecidos”, disse a administradora do banco, Tatiana Hessab.

Polícia Civil realiza operação Presença em São Fidélis foto Vinniucius Cremonez 11

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