2021 foi um ano marcante para o cenário brasileiro de startups

O volume de investimentos cresceu e o número de financiamentos aumentou. Mas ao que você deve estar atento se está pensando em começar o seu próprio negócio?

O ano passado produziu alguns números marcantes para o cenário das startups brasileiras. O volume de investimentos cresceu e o número de financiamentos aumentou. Mas ao que você deve estar atento se está pensando em começar o seu próprio negócio?

Embora muitos setores ainda sofrem uma forte recessão econômica pós-pandemia, o mercado brasileiro de startups viveu um ano histórico em 2021. O desafio da crise política no país também espanta novos empreendedores, pois aumenta o índice de insegurança para investimentos no Brasil. Mesmo assim, no ramo das startups o financiamento aumentou, o volume de investimentos também cresceu, e o mercado registrou dezenas de fusões e novas aquisições.

Só no Brasil foram 760 rodadas de financiamento e US$ 10 bilhões em investimentos – um aumento de 194% em relação a 2020, quando foram aplicados apenas US$ 3,4 bilhões. Mas o Brasil ainda é jovem no ramo da inovação, o que também é espressado em números. Do total de 760 rodadas de investimentos, 217 foram rodadas Seed que arrecadaram US$ 157 milhões, ou seja, 2% do volume total do ano. Depois vieram as rodadas da Série A, com 83 rodadas e US$ 894 milhões garantidos.

Entenda o plano de investimetno das startups

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Ainda assim, para se estabelecer no mercado e garantir captação de recursos a longo prazo, é importante estar ciente das diversas barreiras a serem ultrapassadas. Um estudo recente nos Estados Unidos mostrou que menos da metade das companhias conseguiu avançar além da etapa de captação de investimento Seed. Isto significa que a cada 100 startups que receberam financiamento Seed nos Estados Unidos, apenas 3 chegaram a receber um financiamento de Série E. Mas quais as causas do insucesso em etapas mais avançadas de investimentos?

Um gap desafiador

Durante o processo de captação, as startups precisam ultrapassar diversas barreiras e a grande maioria das empresas que recebem o financiamento inicial não consegue sequer chegar a investimentos Serie A, que é o primeiro grande desafio das startups rumo ao crescimento e requer maior atenção dos jovens empresários.

No Brasil o corte é semelhante quando se fala sobre ultrapassar os estágios iniciais de crescimento e atingir a Série A. Em números, das 1.066 empresas que captaram financiamento nos estágios Pré-Seed e Seed, apenas 281 conseguiram passar pelo primeiro gap e atingir o estágio A, ou seja um funil que reteve aproximadamente 75% das empresas.

Infelizmente os padrões norte americanos se repetem em território brasileiro. Menos de um terço das startups brasileiras ultrapassam os investimentos ‘estruturais’ de testes e de pesquisas de mercado (investimento-anjo e seed) mostrando que há processos estruturais que ainda carecem de mais atenção e impedem o avanço das empresas brasileiras para as fases mais avançadas.

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