segunda-feira , 25 maio 2020

Witzel diz que pessoas flagradas em aglomerações no RJ serão levadas para delegacias por desobediência Governador disse que vai aumentar fiscalização e punir quem descumprir determinações de isolamento, e que estabelecimentos comerciais que não estão autorizados a funcionar e estiverem funcionando, serão fechados pela Polícia Militar

Governador disse que vai aumentar fiscalização e punir quem descumprir determinações de isolamento, e que estabelecimentos comerciais que não estão autorizados a funcionar e estiverem funcionando, serão fechados pela Polícia Militar

Policia Militar vai fechas estabelecimentos que estiveram descumprindo decretos

O governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou que vai aumentar a fiscalização para punir quem está descumprindo as medidas de isolamento social decretadas pelo Governo do Estado. O anúncio foi feito nesta terça-feira (5/5) após Witzel ter se reunido com representantes do Ministério Público Estadual e da Defensoria Pública. O governador explicou que, em parceria com o Ministério Público, a Polícia Militar vai fechar estabelecimentos comerciais que não estiverem cumprindo as determinações de isolamento. Os que não estão autorizados a funcionar, por não serem prestadores de serviços essenciais, serão fechados e também multados por descumprimento de regras sanitárias. Além disso, as pessoas que forem flagradas em aglomerações serão levadas para delegacias e serão autuadas pelo crime de desobediência e responsabilizadas por seus atos. “Estamos intensificando essas medidas para impedir que a população se contamine e tenhamos mais pessoas indo para os hospitais públicos e privados, que estão no seu limite de atendimento neste momento”, disse Witzel.

De acordo com o governador, a decisão foi tomada devido ao aumento da população nas ruas. Dados mostram que 60% da população está nas ruas, o que pode elevar mais rapidamente a disseminação do vírus. Witzel reforçou o pedido para as pessoas só saírem de casa para serviços essenciais, como compras de alimentos ou ir ao médico. Participaram da reunião, realizada por videoconferência, o procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, o defensor público-geral do Estado, Rodrigo Pacheco, o procurador-geral do Estado, Marcelo Lopes da Silva, os promotores Tiago Veras, Glaucia Santana e Liana Barros, a defensora Thaisa Guerreiro Souza, coordenadora de Saúde e Tutela Coletiva da Defensoria, e os secretários de estado Cleiton Rodrigues (Governo), Rogério Figueredo (Polícia Militar), Marcus Vinicius (Polícia Civil), Roberto Robadey (Defesa Civil) e Luiz Corrêa (Gabinete de Segurança Institucional).

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