Vídeo: Um lugar espetacular! Cascata Conde d’Eu, no interior do RJ, é a maior queda d’água do estado

Os seus 127 metros de altura impressionam e encantam os turistas

Imagens: Jhonattan Turque

Pensa em um lugar fascinante, espetacular e inesquecível. Assim é a Cascata Conde d’Eu, a maior cascata em queda livre do Estado do Rio, e fica no interior do estado, no município de Sumidouro, na Região Serrana do Rio. Com seus impressionantes 127 metros de altura, a cascata (veja o vídeo no final) é um acidente geográfico do Rio Paquequer, que nasce no município e deságua no Rio Paraíba do Sul, um verdadeiro espetáculo da natureza. A cascata fica próximo ao distrito de Dona Mariana.

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Segundo a história, a cascata foi nomeada por Pedro II, em homenagem ao Conde d’Eu, marido da Princesa Isabel, em um suntuoso almoço sob o elegante barracão em frente à cascata, extasiados com a exuberante beleza do atrativo. Na base da cascata foi se formando, ao longo dos séculos, um poço com cerca de 30 metros de diâmetro.

O local é encantador, de tirar o fôlego e inesquecível para aqueles que vistam. É uma excelente opção de lazer pra quem gosta de descobrir o que o interior do estado tem a oferecer. A paisagem circundante é constituída por formações geológicas íngremes, onde se encontra, ainda preservada, uma pequena amostra de vegetação primária da Mata Atlântica.

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Como chegar
Ao chegar no centro de Sumidouro, deverá seguir pela estrada RJ-148, e seguir por 10 a 15 minutos, apesar de ser asfaltada a estrada é bem estreita, exigindo cuidado. Ao lado direito terá uma placa indicando como chegar na Cascata, após essa entrada a estrada passa a ser de barro, seguindo por uns 20 minutos e aos poucos no caminho a Cascata começa a ser revelada.

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Bem próximo da Cascata terá uma bifurcação onde deverá seguir a direita e logo encontrará um lugar para estacionar o veículo e seguir por uma trilha bem rápida para ver de frente seus 127 metros.

Sumidouro
O município recebeu essa denominação porque as águas do Rio Paquequer, que correm quase sempre na superfície, “desaparecem” abruptamente em um determinado ponto do seu curso. De fato, as águas adentram canais abertos no interior de um bloco calcário (sumidouros), e o Paquequer passa a drenar subterraneamente, ou seja, deixa de ser um rio superficial e passa a ser, nesse trecho, um rio subterrâneo, voltando à superfície (ressurgência) alguns metros a jusante.

Fonte: Arquivos do Centro de Documentação Histórica Pró-Memória da Prefeitura de Sumidouro/ Wikipédia/ Trilhas e Aventuras ()

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