Setembro nem começou direito e já tivemos aumento na conta de luz e no gás de cozinha

Na conta de luz a Aneel criou a “bandeira de escassez hídrica”, com uma taxa extra de R$ 14,20 para cada 100 kilowatt-hora (KWh) consumidos. Essa cobrança segue até abril de 2022

Estamos apenas no sexto dia do mês e já estamos lascados! O mês nem começou direito e já tivemos aumento no preço da conta de luz e do botijão de gás de cozinha. Na conta de luz a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a criação da “bandeira de escassez hídrica”, com uma taxa extra de R$ 14,20 para cada 100 kilowatt-hora (KWh) consumidos. Essa cobrança vale para todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional (SIN) de setembro deste ano a abril de 2022, com exceção dos beneficiários da tarifa social.

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De acordo com a agência, a nova bandeira foi criada por determinação da Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) para custear os custos excepcionais do acionamento de usinas térmicas e da importação de energia. Consumidores dos sistemas isolados, tais como os de Roraima e de outras áreas remotas, não pagam bandeira tarifária. O novo valor corresponde a um aumento da tarifa média residencial de R$ 69,49 para R$ 74,20 a cada 100 kWh, o que representa um aumento médio de 6,78% na conta de luz dos clientes residenciais do país, nos meses de acionamento da Bandeira Escassez Hídrica.

Já em relação ao gás, as distribuidoras elevaram em 7% o preço do gás de cozinha. O reajuste das distribuidoras teve como justificativa o dissídio da categoria e inflação. O aumento médio por botijão foi de R$ 5,80, sendo que mais R$ 0,30 foi adicionado em alguns estados pelo reajuste do ICMS no mês passado. De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de GLP de 13 Kg entre 22 e 28 de agosto era de R$ 93,65, sendo que em algumas localidades o produto chega a custar R$ 130,00.

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