Região segue em alerta de perigo para chuvas intensas e risco de alagamentos

Um conjunto de fatores atmosféricos vai aumentar a instabilidade no estado do Rio.

A chuva voltou a cair com força sobre o estado do Rio de Janeiro nos primeiros dias de fevereiro. Na segunda e terça, diversos municípios da região enfrentaram transtornos por conta dos temporais, como inundações, enxurradas, queda de energia, entre outros problemas.

A preocupação aumenta porque a previsão indica a continuidade das chuvas nos próximos dias, com possibilidade de acumulados elevados em curto período de tempo.

Segundo a Climatempo, as condições meteorológicas seguem favoráveis à ocorrência de chuva frequente e volumosa em todo o estado. Nesta quarta-feira (4), a região serrana fluminense aparece como a área com maior risco para temporais, mas todas as regiões do Rio de Janeiro podem registrar chuva intensa em alguns momentos. De acordo com meteorologistas, o cenário é típico do verão, mas agravado por fatores atmosféricos adicionais que aumentam a instabilidade.

O estado do Rio já enfrenta uma combinação de calor e alta umidade nesta semana. No entanto, nesta quarta-feira (4), o risco de chuva forte aumenta devido à formação de uma área de baixa pressão atmosférica próxima à costa fluminense. Soma-se a isso a intensificação de uma corrente de ar quente e úmido vinda da Amazônia, que favorece a formação de nuvens carregadas sobre o Sudeste e, especialmente, sobre o território fluminense.

Esse conjunto de fatores cria condições ideais para pancadas de chuva intensas, com raios e rajadas de vento.

Alerta do INMET segue até sexta-feira

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) publicou um aviso de perigo com início às 9h45 desta quarta-feira (4), válido até o dia 6 de fevereiro. O alerta prevê chuva entre 30 e 60 mm por hora ou até 100 mm por dia, além de ventos intensos que podem variar entre 60 e 100 km/h.

Entre os principais riscos estão alagamentos, quedas de galhos de árvores, cortes no fornecimento de energia elétrica e descargas elétricas. A recomendação é que a população evite áreas de risco, fique atenta aos alertas da Defesa Civil e, em caso de emergência, procure abrigo seguro.

 

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