quinta-feira , 29 outubro 2020
Everaldo Coutinho Fontes estava desaparecido desde o dia 16 de maio do ano passado. Ossada foi encontrada no dia 21 de julho, sendo encaminhada ao IML

Quase 1 ano após ser encontrada, exame comprova que ossada é do caminhoneiro fidelense que estava desaparecido

Caminhão de Everaldo foi encontrado em uma oficina sendo pintado

Chegou ao fim, de uma forma trágica, a angústia das buscas por informações sobre o paradeiro do caminhoneiro Everaldo Coutinho Fontes. De acordo com familiares, um exame de DNA comprovou que a ossada encontrada em julho do ano passado é do caminhoneiro. Os ossos foram encontrados no dia 21 de julho em uma fazenda na estrada do Limão, na localidade de Cajueiro, na divisa entre os municípios de Campos e São Francisco de Itabapoana.

Ao SF Notícias, familiares contaram que o resultado do exame ficou pronto nesta segunda-feira (25), quase um ano após a ossada ter sido encaminhada ao Instituto Médico Legal. A Polícia Civil não deu informações sobre como andam as investigações do assassinato de Everaldo.

O desaparecimento

Carga de carvão que Everaldo tinha entregue antes de desaparecer

Natural de Ernesto Machado, localidade rural de São Fidélis, Everaldo Coutinho Fontes, que trabalhava e morava na Bahia, estava desaparecido desde o dia 16 de maio do ano passado. No dia em que desapareceu ele fazia o transporte de uma carga de carvão da Bahia para Campos, que chegou a ser entregue. Após a entrega ele retornaria para a Bahia para buscar uma nova carga de carvão que também seria entregue na cidade campista, mas ele desapareceu.

O caminhão de Everaldo foi encontrado sendo pintado em uma oficina na localidade de Travessão, em Campos. Segundo a polícia, o proprietário da oficina contou que um rapaz chegou ao local dizendo estar a mando de Everaldo e solicitou o serviço de pintura do veículo, que estava com o chassi remarcado e com a placa e a cor adulterada. Os policiais também encontraram a carga de carvão que ele estava transportando. Ela estava nos fundos de uma residência, no mesmo bairro da oficina.

A morte de Everaldo é investigada pela 146ª Delegacia Legal de Guarus, em Campos.

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