Professor de Friburgo é preso ao enviar fotos pornográficas envolvendo menores para alunos

Segundo a Polícia Civil, o professor possui nove registros relativos a crimes contra a honra e até tentativa de homicídio. A Secretaria de Estado de Educação disse que tomou as medidas cabíveis ao ter ciência do ato abominável

Um professor de Língua Portuguesa que lecionava em duas instituições de ensino de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, foi preso por publicar fotos pornográficas envolvendo adolescentes na plataforma utilizada pela Secretaria Estadual de Educação para aulas virtuais. De acordo com a Polícia Civil, durante a prisão os policiais encontraram aparelhos celulares contendo as fotos pornográficas. O professor foi levado para a 151ª Delegacia de Polícia da cidade, onde foi autuado flagrante. Ainda segundo a Polícia Civil, o professor possui nove registros relativos a crimes contra a honra e até tentativa de homicídio.

“Sua reiterada conduta causou elevado clamor junto aos jovens de quem outrora foi professor, bem como pais, vizinhos, pessoas de forma geral a quem direciona suas ofensas, incluído os agentes dessa unidade”, publicou a Polícia.

Tem Instagram ❓❓ Siga o SF Notícias no Insta > @sfnoticias

Em nota enviada ao SF Notícias, a Secretaria de Estado de Educação disse que repudia veementemente qualquer ação abusiva contra os jovens e adolescentes da rede estadual de ensino público. “Informamos que, assim que tivemos ciência de tal ato abominável, tomamos as medidas cabíveis, como bloqueio na plataforma on-line, suspensão provisória nas unidades escolares e registro de ocorrência, além da abertura de um processo administrativo”, disse a secretária.

Ainda de acordo com a Secretaria de Estado de Educação, a pasta identificou o caso na sexta-feira (9), quando o professor usou o seu e-mail institucional para enviar foto de cunho pornográfico através da plataforma digital. O material foi enviado para uma das turmas a qual o professor lecionava. “Importante ressaltar que o autor reconheceu o ato em vídeo. Além disso, não havia registro de nenhuma atividade semelhante por parte do profissional dentro do ambiente escolar”, concluiu a secretária em nota.

VEJA MAIS

VEJA MAIS