Prefeitura de Trajano de Moraes faz testes para voo livre na Pedra da Torre pela primeira vez

O primeiro aventureiro foi Robson Pereira Francisco, de 62 anos, "o vovô voador", bombeiro militar e Major da reserva, que tinha como objetivo avaliar as condições da Pedra da Torre para a prática da modalidade

Fotos: Divulgação

A Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo de Trajano de Moraes fez na última semana mais uma investida visando incentivar o turismo no município: houve um voo livre na sede do município pela primeira vez, e o realizador da proeza afirmou ter ficado muito satisfeito com as condições apresentadas neste primeiro voo. O primeiro aventureiro foi Robson Pereira Francisco, de 62 anos, bombeiro militar e Major da reserva, que tinha como objetivo avaliar as condições da Pedra da Torre para a prática da modalidade. O “vovô voador”, como ele mesmo se intitula, voou por cerca de 20 minutos, e afirmou que, não fosse pela agenda, poderia ter voado por muito mais tempo.

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Robson destaca que as direções do vento que predominam na região favorecem a decolagem. “Se tiver um acesso fácil, a galera vai sobrevoar a cidade, vai ficar legal. Essa primeira experiência me mostrou que o ponto tem muito potencial” disse o “vovô voador”, que ainda relatou ter descartado uma das poucas preocupações que ainda tinha. “A minha preocupação era com relação a um pouso seguro, e eu constatei que há condições. Poucas rampas sobrevoam a cidade assim, e os locais de pouso facilitam a retirada do piloto. A permanência no voo, na primeira avaliação, eu achei excelente” – destacou.

O subsecretário da pasta, Jhonata Moraes, o Tatá, foi o responsável por levar o bombeiro ao local. De acordo com Tatá, esta é a realização de um sonho que ele tem desde a adolescência. “É a realização de um sonho meu. Trazer aqui o Robson, que eu conheço há anos, foi o primeiro passo para fazer a preparação do ponto para construir uma rampa e tornar Trajano uma referência na modalidade” – afirmou Tatá, que fez questão de agradecer o apoio do prefeito, Rodrigo Viana, e do seu vice, Matias Mendes, para o andamento do projeto.

“O mais importante dessa visita e desse voo foi constatar a existência de dois pontos oficiais de pouso, um já explorado e outro a ser testado nas próximas vindas do Robson”, seguiu Tatá, explicando que mais dois ou três vôos técnicos como este ainda serão necessários para que se possa bater o martelo sobre a rampa. O subsecretário ainda reforçou que, atualmente, só é possível chegar ao local por meio da trilha da Pedra da Torre, que é de nível moderado, com duração de cerca de 40 minutos e sombra por todo o percurso.

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