quarta-feira , 28 outubro 2020

Polícia Militar do RJ diz que comunicado sobre greve é boato Familiares de PMs do Rio de Janeiro planejam um movimento semelhante ao que ocorre no Espírito Santo

Familiares de PMs do Rio de Janeiro planejam um movimento semelhante ao que ocorre no Espírito Santo

Imagem; reprodução

Através de notas divulgadas na página oficial no facebook, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro informou que são falsos os documentos que estão circulando nas redes sociais assinados pelo comandante geral da corporação, coronel Wolnei Dias, que tornariam legítima a greve da categoria no Estado.

A Polícia Militar não respondeu aos nossos questionamentos sobre a possibilidade de paralisação das atividades por parte dos policiais em decorrência de um movimento semelhante ao que acontece no Estado do Espírito Santo. Mais cedo o SF Notícias divulgou que familiares de policiais do Estado planejam um movimento semelhando ao do estado vizinho para cobrar do Governo do Estado do Rio o pagamento do 13º salário, do RAS e de metas alcançadas em 2015 pelos PMs.

A ideia é que os grupos cheguem bem cedo aos batalhões para impedir a saída de viaturas, assim como acontece no Espírito Santo. Em um comunicado que está sendo compartilhado nas redes sociais, o grupo pede para quem for participar, levar água, alimentos e cadeira.

A violência é um grave problema da nossa sociedade. Dentro desse contexto, sabemos que o Rio de Janeiro possui peculiaridades na área da Segurança Pública, só encontradas aqui. Nós, policiais militares, atuamos diuturnamente nesse cenário e sabemos agir nos casos extremos. A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro é a Instituição que garante a “civilidade”, o ir e vir, o trânsito de pessoas. Só nós conhecemos a realidade nua e crua do dia a dia de policiamento. No entanto, é preciso pensar que o impacto da nossa ausência poderá recair sobre nossos ombros, sobre nossas famílias. A nossa falta causaria males incalculáveis e irreparáveis. Temos a certeza que passamos por um momento muito delicado, mas é preciso avaliar as consequências dos nossos atos. Protestos são legítimos, mas precisamos buscar a melhor forma de reivindicar nossos direitos. Paralisar um serviço essencial afeta toda a população, incluindo nossas famílias. A quem interessa a barbárie?“, diz a nota da PM.

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