Pádua, Itaocara, Cambuci, Aperibé, Miracema e Itaperuna permanecem em alto risco para Covid-19

A Região Noroeste apresenta taxa de ocupação de leitos de UTI acima de 90%, apontando para uma situação crítica no atendimento aos casos graves

A 35ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta sexta-feira (18/06) pela Secretaria de Estado de Saúde, mostra que o Estado do Rio de Janeiro apresentou melhora do cenário epidemiológico, passando para a bandeira amarela (risco baixo de contrair a doença). Entre as cinco regiões com bandeira amarela, Médio Paraíba, Serrana, Baixada Litorânea e Norte se mantêm com risco baixo desde a última análise, já a Metropolitana II passou de risco moderado (laranja) para baixo. Duas regiões estão com bandeira laranja (risco moderado de contrair a doença): Centro-Sul, que estava com bandeira amarela; e Metropolitana I, que se manteve na laranja. E duas com bandeira vermelha (risco alto): Baía da Ilha Grande, que estava com bandeira laranja na análise passada; e Noroeste, que se manteve na vermelha. A análise compara a semana epidemiológica 22 (30 de maio a 5 de junho) com a 20 (16 a 22 de maio) de 2021.

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O Estado do Rio de Janeiro apresentou uma redução de 18% no número de óbitos, e as internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) caíram 30% na comparação entre as semanas epidemiológicas analisadas. As taxas de ocupação de leitos no estado, nesta sexta-feira (18), são 66% para leitos de UTI e 42% para leitos de enfermaria. Segundo a Nota Técnica da Secretaria de Estado de Saúde, as regiões Metropolitana I, Baía de Ilha Grande e Noroeste apresentam taxa de ocupação de leitos de UTI acima de 70%, apontando para uma situação crítica no atendimento aos casos graves, em especial nas regiões Baía de Ilha Grande e Noroeste, com taxas acima de 90%. “O pico de internações da terceira onda já ultrapassou o pico da primeira onda, mostrando uma gravidade semelhante ao início da pandemia. É importante ressaltar que as duas últimas não representam redução, por informarem dados ainda incompletos que estão sendo registrados nos sistemas de notificação” – destaca a nota.

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