terça-feira , 27 outubro 2020

Oficial acusado de incitar greve da PM no ES se apresenta no batalhão de Itaperuna A Justiça Capixava expediu um mandado de prisão preventiva

A Justiça Capixava expediu um mandado de prisão preventiva

Fotos: Reprodução Facebook

O Tenente Coronel Carlos Alberto Foresti do Espírito Santo, acusado de incitar o movimento a grevista e de aliciamento de outros policiais, com a divulgação de áudios e vídeos em redes sociais, teve junto a outros três PMs a prisão decretada na sexta-feira (24).

Ao receber a notícia sobre o mandado de prisão preventiva, Foresti, que estava em um hotel em Raposo, procurou um oficial do 29º BPM de Itaperuna e se entregou. O policial deve ser transferido ainda hoje para o ES.

Através de uma rede social, p PM comentou o caso. “Para conhecimento de todos que acompanharam meu sofrimento nos últimos dias. Ainda não recuperado de minha saúde estou indo agora me apresentar na PM do Rio de Janeiro pois tomei conhecimento que foi ex
pedido mandado de prisão preventiva contra a minha pessoa no ES”.

Ele afirmou que não foi informado sobre o motivo do mandado, mas que parecia ser relativo ao movimento das esposas dos policiais militares. O PM também escreveu que passou a noite na Unidade de Saúde de Raposo, com problemas sérios de pressão baixa, desidratação, vômitos e diarréia.

“Não tenho motivos para me esconder e jamais o farei. Sou uma pessoa do bem e todos que me conhecem, inclusive na PMES, na minha cidade natal e nos lugares onde já residi e trabalhei podem confirmar. Já comuniquei a Corregedoria o local onde estava hospedado desde que tomei conhecimento do mandado de prisão. Um grande abraço a todos” – escreveu. 

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