Uma moradora de Italva, no Noroeste Fluminense, está em busca de um doador compatível de medula óssea. Familiares e amigos de Daniele Abrão da Silva Talon, de 42 anos, iniciaram uma campanha para conscientizar a população sobre a importância do cadastro de novos doadores no Hemocentro Regional de Campos dos Goytacazes. A solidariedade pode transformar vidas.
Encontrar um doador compatível nem sempre é uma tarefa fácil. Por isso, quanto maior for o número de pessoas cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), maiores são as chances de pacientes como Daniele encontrarem a compatibilidade necessária para o transplante.
O processo para se tornar um doador é simples, seguro e pode representar uma nova oportunidade de vida para quem aguarda por um transplante. Para realizar o cadastro, basta procurar o Hemocentro Regional de Campos dos Goytacazes, onde será feita a coleta de uma pequena amostra de sangue. Após o preenchimento do cadastro, os dados passam a integrar o Redome e, caso haja compatibilidade com algum paciente, o doador será chamado para dar continuidade ao processo.
Podem se cadastrar pessoas que estejam em boas condições de saúde, tenham entre 18 e 35 anos e peso superior a 50 quilos. Não é necessário ser familiar do paciente para que haja compatibilidade. O que faz a diferença é o número de pessoas cadastradas no banco nacional de doadores.
A campanha reforça o convite para que a população procure o Hemocentro Regional de Campos dos Goytacazes e faça seu cadastro como doador de medula óssea. Um gesto de poucos minutos pode significar a esperança e a chance de salvar a vida de Daniele e de milhares de outras pessoas que aguardam por um transplante em todo o Brasil.



