Internado na UTI, guerreiro Kauã passou por 03 cirurgias em menos de 1 mês; pais lutam para custear tratamento

Hoje Kauã está com 06 anos e já realizou mais de 10 cirurgias. Ele também foi diagnosticado com autismo severo e síndrome de Chiari II. Veja como ajudar

Os pais do pequeno Kauã dos Santos Dias Moura, de Cambuci, seguem lutando a cada dia para custear o tratamento do menino. A luta é desde que o Kauã nasceu, com mielomeningocele e hidrocefalia. Hoje ele está com 06 anos, e já realizou mais de 10 cirurgias, sendo as três mais recentes em menos de um mês. Kauã já passou por cirurgia na coluna, no cérebro (04 vezes, incluindo as mais recentes), fêmur, quadril, virilhas, joelhos e outras. Ele também foi diagnosticado com autismo severo e síndrome de Chiari II, uma condição congênita em que o tecido cerebral invade o canal espinhal.

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Segundo o pai de Kauã, Flávio Dias Moura, devido à síndrome de Chiari II, conforme o Kauã foi crescendo, o cerebelo já estava entrando na coluna cervical e ele começou a passar mal direto. Ele teve que ser operado por conta da síndrome no dia 03 de junho. “No dia 07 a gente teve alta foi pra Itaocara, só que o local da cirurgia começou a inchar” – relata Flávio. O menino retornou para o hospital em Juiz de Fora, onde segue internado na UTI, para uma nova cirurgia, já que os pontos internos haviam arrebentado.

O Kauã também precisou realizar uma cirurgia para a troca de uma válvula, que foi colocada assim que ele nasceu Veja o vídeo abaixo ou em nosso Insta > @sfnoticias. “Ele está na UTI sem previsão de alta com febre constantemente. Estão fazendo vários exames para descobrir de onde está vindo a febre” – conta Flávio. Ele a esposa estão precisando ficar em um hotel, pois a UTI só permite um acompanhante. Antes das complicações, o Kauã vinha apresentando progresso no tratamento, que inclui medicamentos e atendimentos com especialistas.

“Eu ganho pouco, minha esposa não tem como trabalhar, moramos de aluguel, e por aí vai. A Prefeitura de Itaocara fornece fisioterapia e psicóloga. Na questão de carros para viajarmos para longe eles atendem bem. Mas as terapias tá difícil, o caso está na justiça, mas ainda não foi resolvido” – disse Flávio. Diariamente os gatos da família chegam a cerca de R$ 300,00. A família segue buscando ajuda para o tratamento, realizando rifas frequentemente. Interessados em ajudar podem contribuir via PIX (22) 99612-8944. Confira as informações da rifa:

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