segunda-feira , 26 outubro 2020
Foto: Evangelista Drone

Empresários e lojistas pedem reabertura do comércio em São Fidélis O comércio considerado não essencial está proibido de atender o público de forma presencial desde o dia 23 de março. O comércio chegou a reabrir no dia 8 de abril, mas teve que ser fechado novamente após a confirmação de quatro casos de Covid-19 na cidade

O comércio considerado não essencial está proibido de atender o público de forma presencial desde o dia 23 de março. O comércio chegou a reabrir no dia 8 de abril, mas teve que ser fechado novamente após a confirmação de quatro casos de Covid-19 na cidade

Foto: SF Notícias

Empresários, lojistas, funcionários e até parte da população fidelense entraram em uma campanha pedindo a reabertura do comércio da cidade, com medidas de prevenção recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Pelas redes sociais eles começaram a compartilhar na noite deste domingo (26/04) um cartaz que diz “O comércio fidelense pede socorro”. A publicação foi compartilhada por diversos lojistas que já falam em dificuldades para pagar contas e até mesmo os funcionários. Há estabelecimentos que fecharam as portas definitivamente. O comércio considerado não essencial está proibido de atender o público de forma presencial desde o dia 23 de março. O comércio chegou a reabrir no dia 8 de abril, mas teve que ser fechado novamente após a confirmação de quatro casos de Covid-19 na cidade. Um novo decreto publicado pela Prefeitura no último dia 12 estendeu o fechamento do comércio não essencial até o próximo dia 30. (continua após a publicidade)

No último dia 07 o governador Wilson Witzel autorizou a abertura do comércio em 30 cidades do estado do Rio que não tinham nenhum caso confirmado da doença, mas disse que elas seriam excluídas dessa lista assim que algum caso fosse confirmado, foi o que aconteceu com São Fidélis. Segundo a Vigilância em Saúde, o município possui seis casos confirmados de Covid-19, sendo uma morte. Desses casos, três pacientes contraíram o vírus fora da cidade (dois no Rio de Janeiro e um em Macaé). Outros três foram infectados dentro da residência em que moram, através de um membro da família que se infectou em uma viagem ao Rio para visitar parentes.

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